PERGUNTAS FREQUENTES
Seguem as perguntas mais frequentes dos clientes. Se ainda tiver uma dúvida, entre em contato comigo.
Gostaria de enfatizar que não tenho todas as respostas, longe disso ! E muito menos certezas! Eu simplesmente ofereço uma visão da vida e do pós-vida baseada em minha experiência como terapeuta, sem tentar fazer proselitismo ou convencer alguém.
sobre a hipnose quântica
O método QHHT (Quantum Healing Hypnosis Technique) é um método de hipnose regressiva, desenvolvido pela hipnoterapeuta americana Dolores Cannon.
A QHHT tem como objetivo melhorar a qualidade de vida em todas as áreas (saúde, trabalho, relacionamentos, emoções, etc.) e obter respostas e orientações claras sobre os caminhos a percorrer, escolhas a fazer ou problemas a resolver.
Uma das premissas da QHHT é que somos seres multidimensionais e podemos ter acesso à nossa própria fonte de sabedoria infinita, que Dolores Cannon costuma chamar de “higher self” (ser superior).
Estabelecendo a conexão com essa fonte, ativamos mecanismos de autocura, descobrimos a nossa identidade profunda, acessamos os nossos registros de vida (vida atual e vidas passadas), passamos a ver com clareza e recebemos novos conhecimentos.
Uma sessão de QHHT é uma verdadeira jornada espiritual, cheia de surpresas.
O objetivo central é reconectar você com sua essência multidimensional — seu Ser Superior.
A partir dessa conexão, muitas coisas podem acontecer:
- Você encontra respostas para perguntas profundas sobre sua vida, propósito e caminho
- Compreende padrões que se repetem e por que eles existem
- Ativa processos de autocura física, emocional e energética
- Desperta capacidades mediúnicas adormecidas
- Recebe orientações claras sobre decisões importantes
- Liberta-se de programações, medos e crenças que não são suas
- Reconhece sua origem cósmica e conexões interdimensionais
Mas acima de tudo, o objetivo é despertar. Sair do transe coletivo. Recuperar sua soberania pessoal. Enxergar além do véu.
Não é só resolver problemas. É transformar completamente a forma como você enxerga a si mesmo e a realidade.
Há três diferenças fundamentais.
A primeira é a profundidade do estado. Dolores desenvolveu um script específico ao longo de quase 50 anos de prática, projetado para conduzir o cliente ao nível mais profundo de consciência possível.
Ela chamava isso de estado sonambúlico, mas prefiro evitar o termo: muitas pessoas associam sonambulismo a alguém caminhando de olhos fechados e braços esticados, o que não tem nada a ver com o que acontece numa sessão.
Prefiro falar em estado de consciência profundo ou expandido. O que isso significa na prática: a mente consciente praticamente sai do caminho, e os filtros, julgamentos e interferências habituais ficam suspensos.
Nesse estado, a mente consciente praticamente sai do caminho, e as interferências, julgamentos e filtros habituais ficam suspensos.
A segunda é o objetivo. A maioria das técnicas de hipnose regressiva usa o passado como ferramenta para resolver um problema presente: um trauma, uma fobia, um padrão comportamental.
É o caso da regressão a vidas passadas, por exemplo, que eu ofereço também no meu arsenal terapêutico.
A QHHT vai além: o objetivo central é o contato direto com o Ser Superior, a fonte de sabedoria do próprio cliente. As vidas passadas são, muitas vezes, a porta de entrada, não o destino.
A terceira é a amplitude do que se torna acessível nesse estado. Além de vidas passadas, o cliente pode estabelecer contato com seres de outras dimensões, receber orientações sobre saúde, missão e propósito, e acessar informações que vão muito além do que qualquer terapia convencional alcança.
Segundo ela, o Higher Self é a parte mais profunda e sábia de nós, o aspecto superior da consciência ligado à Fonte e capaz de acessar conhecimento além da mente consciente, fora das limitações normais de tempo e espaço.
Em sua visão, essa instância conhece o propósito da vida, orienta nossas experiências e pode responder perguntas durante estados profundos de hipnose em QHHT.
Ao longo de sua obra, Dolores Cannon utilizava diferentes termos para se referir a essa consciência expandida, como Higher Self, Oversoul e, muitas vezes, Subconscious.
Porém, quando ela falava em “Subconscious”, não estava utilizando o termo no sentido clássico da psicologia moderna ou da psicanálise, mas se referia a uma inteligência consciente extremamente ampla, capaz de observar a vida humana de uma perspectiva muito maior do que aquela da personalidade cotidiana.
O Ser Superior é você. Aumentado. Expandido.
Ou, para ser mais preciso : você, nesta encarnação, é apenas uma pequena fração dessa consciência maior. Essa distinção é fundamental.
Para entender melhor, é preciso compreender que cada ser possui uma alma. Uma fração dessa alma — você — encarna na Terra, vive esta vida, habita este corpo e enfrenta estes desafios. Mas a maior parte permanece em outra dimensão, intacta, conectada ao Todo. Quando a vida termina, essa fração retorna novamente à consciência maior da qual sempre fez parte.
É justamente por isso que o Ser Superior sabe tudo sobre você : suas experiências, padrões, escolhas, medos, potenciais, aprendizados e outras encarnações. Não porque seja uma entidade externa observando sua vida de longe, mas porque ele é a própria consciência da qual você faz parte.
Sabe também muito sobre o universo, porque pode se conectar ao Todo, um pouco como um Google com acesso a todas as informações da Internet.
Vou usar uma outra analogia para tornar isso mais fácil de entender : o videogame. O jogador segurando o controle é o seu Ser Superior. Você, nesta vida, é o personagem dentro do jogo.
Mas diferente de um personagem programado, você possui livre-arbítrio real. Faz escolhas, muda de direção, aprende através das consequências, evolui, se perde, se reencontra, etc.
Enquanto isso, o jogador vê o mapa completo. Ele conhece fases que você ainda não alcançou, percebe armadilhas antes delas aparecerem e enxerga conexões que o personagem, limitado à sua visão dentro do jogo, ainda não consegue compreender.
Numa sessão de QHHT, o personagem (você) consegue ouvir, por alguns instantes, a consciência que segura o controle. Quando a conexão se estabelece entre ambo, você deixa de enxergar a vida apenas a partir da perspectiva limitada do personagem e passa a acessar uma visão muito mais ampla da sua própria existência.
Quando você se conecta ao Ser Superior durante a sessão, não recebe informações “de fora”. Você acessa níveis de consciência e percepção que normalmente permanecem fora do alcance da mente consciente no dia a dia.
Não. O Ser Superior não é uma consciência absolutamente onisciente. Ele também possui seu próprio nível de evolução e compreensão.
Assim como toda inteligência multidimensional evolui através das experiências, aprendizados e expansão da consciência, o Ser Superior continua ampliando sua percepção da realidade.
Na minha visão, existem múltiplos níveis ou dimensões de consciência, desde as mais densas e limitadas até estados muito mais amplos e sutis.
Uma analogia simples ajuda a entender. Imagine uma criança de 4 anos. Ela consegue compreender certas coisas, mas ainda não possui maturidade cognitiva para entender física quântica, filosofia complexa ou certos aspectos da vida adulta.
Aos 10 anos, sua percepção já se expandiu. Aos 14, mais ainda. A capacidade de compreensão cresce junto com a evolução da consciência.
Com o Ser Superior acontece algo parecido. Ele consegue acessar e compreender informações compatíveis com seu próprio nível de evolução, consciência e frequência vibracional.
Mas existem dimensões, percepções e formas de compreensão ainda além dele.
Isso significa que a evolução não termina no plano humano. Ela continua em níveis cada vez mais amplos de consciência.
Quero salientar que eu não tenho prova nenhuma.
Trata-se apenas de uma compreensão pessoal construída a partir das sessões, de leituras e reflexões ao longo da minha jornada. Portanto, não se apegue a minha visão. Ou a qualquer outra !
De jeito nenhum.
O meu objetivo não é fazer você depender eternamente da hipnose para obter respostas. É ajudar você a fortalecer gradualmente sua própria conexão interior.
Você não precisa depender de terapeutas, facilitadores ou intermediários espirituais.
A sessão mostra como você pode acessar algo que já existe dentro de si e se reconectar.
Pense na sessão como alguém abrindo temporariamente uma porta que normalmente permanece fechada pelo excesso de pensamentos, pelo estresse, pelas distrações constantes e pelo condicionamento da mente racional.
Depois que essa porta se abre uma vez, muitas pessoas começam naturalmente a perceber sinais, intuições, sonhos, sincronicidades e insights com muito mais clareza no dia a dia.
A sessão abre a porta. Mas o caminho continua sendo seu.
Com o tempo, práticas como meditação, silêncio, introspecção, escrita intuitiva, estados profundos de presença ou simplesmente aprender a escutar mais a si mesmo podem ajudar você a acessar essa consciência sozinho de forma cada vez mais natural.
Na prática, nenhuma. São três formas de descrever o mesmo estado.
“Profundo” evoca a ideia de mergulho interior, de ir para dentro.
“Elevado” sugere acesso a algo superior, uma ascensão. “Expandido” descreve a abertura da consciência além dos seus limites habituais.
Cada termo captura um aspecto diferente da experiência, mas todos apontam para o mesmo território: aquele estado em que a mente consciente sai do caminho e algo muito maior se torna acessível.
Uso os três de forma intercambiável.
A melhor analogia é a de um carro. Imagine que você é o motorista de um carro. O motorista, nesse caso, representa sua consciência, enquanto o carro simboliza seu corpo.
Você pede ao seu melhor amigo – um excelente piloto, em quem você confia plenamente – para assumir o volante, para que você possa descansar e fechar os olhos.
Enquanto você cochila, não presta mais atenção à estrada que seu amigo está percorrendo ou ao modo como ele dirige. Mas você sabe que ele permitirá que você chegue em segurança ao seu destino. Você também sabe que, a qualquer momento, pode reassumir o volante.
Quando você está em um estado de transe profunda, permite que uma consciência externa tome emprestado seu veículo. Insisto na palavra “emprestar”, diferente de “possuir”.
Como não é mais você que se expressa, é o terapeuta que dialoga e faz as perguntas, com base nas questões que você escreveu no formulário a ser preenchido antes da sessão e de acordo com seus objetivos.
Todo tipo de hipnose modifica o estado de consciência do cliente, através de induções e sugestões.
A hipnose clássica e a hipnoterapia clínica focalizam geralmente em um único problema (parar de fumar, medo de altura, problemas de sono, falta de confiança, etc.) e não buscam soluções em vidas passadas nem exploram a multidimensionalidade do ser.
A grande diferença está no objetivo e na profundidade.
A maioria das técnicas de hipnose regressiva foca em resolver problemas específicos — traumas, fobias, padrões comportamentais.
Elas trabalham com regressão à infância ou vidas passadas para encontrar a origem do problema.
A QHHT vai além. O objetivo principal não é só resolver problemas, mas estabelecer conexão direta com seu Ser Superior — a parte multidimensional de você que tem acesso a toda sabedoria e informação.
Além disso, a QHHT usa um script específico desenvolvido pela Dolores Cannon ao longo de quase 50 anos, projetado para levar você a níveis muito profundos de consciência — o que ela chamava de estado sonambúlico.
Nesse estado, você pode não só acessar vidas passadas, mas também fazer contatos extrafísicos, receber ativações energéticas, despertar capacidades e ter acesso a dimensões além da realidade física.
É uma experiência de despertar, não apenas de cura.
Os métodos são bem similares. A grande diferença é que o método QHHT vai um pouco mais longe, tentando estabelecer o contato com a fonte de sabedoria do cliente: o ser superior.
Dolores Cannon chamava isso de véu do esquecimento : um dos conceitos centrais do método, também presente em diversas tradições espiritualistas e espíritas.
A explicação que emerge repetidamente nas sessões é a seguinte: antes de encarnar, a consciência aceita esquecer temporariamente quem realmente é. Não como punição, mas como parte da própria experiência humana.
A explicação que emerge consistentemente nas sessões é a seguinte: antes de encarnar, a
Se você chegasse a esta vida lembrando perfeitamente de todas as suas existências, de tudo que viveu, de todas as dores, perdas, amores, mortes e conexões, seria extremamente difícil viver esta encarnação de forma plena e autêntica.
Imagine, por exemplo, dividir a mesma casa hoje com alguém que, em outra vida, teria causado um sofrimento profundo a você ou à sua família. Ou carregar conscientemente centenas de memórias emocionais acumuladas ao longo de séculos.
O véu cria as condições para que você viva plenamente esta vida, com suas dúvidas, escolhas e descobertas, sem o peso ou o conforto de um mapa completo. Sem esse véu, a vida se pareceria mais com a repetição de um filme cujo começo e final você já conhece. Sem graça.
A QHHT, assim como algumas técnicas de regressão a vidas passadas ou certas experiências induzidas por substâncias enteógenas como a ayahuasca ou os cogumelos, funciona como uma abertura temporária nesse véu.
A QHHT atua em múltiplas camadas da sua existência: física, emocional, mental, energética e espiritual.
Veja em quais áreas ela pode ajudar :
Problemas de Saúde Física
- Dores crônicas sem causa aparente
- Doenças que não respondem a tratamentos convencionais
- Fadiga persistente e falta de energia vital
- Distúrbios do sono e insônia
- Problemas digestivos de origem emocional
- Condições que têm raízes em traumas de vidas passadas
Dificuldades Emocionais
- Ansiedade e medos inexplicáveis
- Depressão sem causa identificável
- Traumas emocionais profundos
- Bloqueios afetivos e dificuldade de se conectar emocionalmente
- Sentimentos de vazio ou falta de propósito
- Luto não processado
Padrões Comportamentais Repetitivos
- Autosabotagem constante
- Procrastinação crônica
- Vícios e compulsões
- Relacionamentos destrutivos que se repetem
- Dificuldade em estabelecer limites
- Comportamentos autodestrutivos
Bloqueios Energéticos
- Sensação de estar preso ou estagnado
- Incapacidade de manifestar o que deseja
- Energia baixa ou dispersa
- Dificuldade em se proteger energeticamente
- Conexões energéticas tóxicas com outras pessoas
- Bloqueios nos chakras ou no fluxo de energia vital
Crise Existencial
- Sensação de não pertencer a este mundo
- Questionamentos profundos sobre o sentido da vida
- Falta de direção ou propósito claro
- Sentimento de estar desperdiçando tempo
- Desconexão espiritual
- Busca por significado e transcendência
Relacionamentos Difíceis
- Padrões repetitivos com parceiros (sempre atrai o mesmo tipo)
- Dificuldade em manter vínculos saudáveis
- Conflitos não resolvidos que se perpetuam
- Incapacidade de perdoar ou se libertar
- Dinâmicas kármicas com pessoas específicas
- Dependência emocional ou afetiva
Desafios Familiares
- Conflitos profundos com pais, filhos ou irmãos
- Padrões transgeracionais que se repetem
- Dificuldade em romper com expectativas familiares
- Culpa ou obrigações que prendem
- Compreender dinâmicas familiares complexas
Dúvidas Espirituais
- Desconexão com o Ser Superior ou guias espirituais
- Dificuldade em desenvolver intuição e mediunidade
- Bloqueios no despertar espiritual
- Dúvidas sobre missão de vida e propósito
- Necessidade de reconectar com família estelar
- Busca por respostas sobre origem da alma
Questões Profissionais
- Sensação de estar na profissão errada
- Dificuldade em descobrir seus talentos e vocação
- Bloqueios financeiros recorrentes
- Medo de ser visto ou de brilhar
- Autossabotagem na carreira
- Conflitos com propósito versus sobrevivência
Não, porque ela não atua diretamente em cada área: ela age num nível muito mais profundo.
A QHHT não “resolve” os seus problemas um por um. Ela desperta o seu próprio potencial de resolver, de encontrar os caminhos certos, de se relacionar melhor, de se reconectar com quem você realmente é, etc.
E esse potencial é muito, mas muito maior do que você imagina.
Imagine uma cachoeira cujo fluxo está bloqueado por pedras. A água não perdeu a força: ela está apenas represada.
Ao acessar níveis profundos de consciência, você mobiliza a sua própria força e energia para dissipar essas pedras. A água volta a cair naturalmente e tudo o que estava estagnado à sua volta volta a fluir.
Você não precisou resolver cada problema separadamente, removeu o que impedia o fluxo. E os efeitos se espalharam sozinhos.
É por isso que uma única sessão pode repercutir em áreas aparentemente desconectadas da sua vida. Não porque a QHHT faz tudo, mas porque você, desbloqueado, faz.
A QHHT não é solução mágica instantânea: ela abre portas, amplia consciência e fornece informações profundas. Mas a transformação real depende de você.
Receber orientações do seu Ser Superior é apenas o primeiro passo. Você ainda precisa:
- Integrar as informações na sua vida prática
- Tomar decisões e fazer mudanças concretas
- Assumir responsabilidade pelas suas escolhas
- Agir de acordo com as orientações recebidas
A sessão planta sementes. Você é quem as cultiva.
sobre a sessão
O preço da sessão é de 990 R$.
Mais ou menos 3 horas. Pode parecer muito, mas quando você está em transe, o tempo voa!
Acesse a página de reservas.
Ao reservar, você receberá acesso imediato ao áudio Ignição da Multidimensionalidade: uma imersão exploratória de 60 minutos onde eu conduzo você por um processo guiado para acessar estados expandidos de consciência.
Você ouve em casa, no seu próprio ritmo, quantas vezes quiser. A imersão serve tanto como preparação para a sessão completa quanto como experiência válida por si só.
Você poderá também acessar o meu calendário para escolher o melhor dia e horário para a sua sessão.
1) Antes de começar, falamos sobre os seus objetivos e sobre o questionário que você preencheu previamente. Você receberá este questionário depois de fazer a sua reserva. Essa fase dura de 45 minutos a 1 hora.
2) Na sua casa, você pode deitar no seu sofá ou na sua cama. No meu local, há uma maca confortável. Você pode também ficar sentado, numa poltrona reclinável, se preferir. Os seus olhos ficam fechados.
3) Fazemos então uma meditação guiada, para conduzi-lo a um estado de relaxamento profundo e, posteriormente, a um estado de consciência modificada. Seguimos com uma limpeza energética do seu corpo. Você sempre fica acordado e conversamos durante todo o processo.
4) Exploramos uma ou duas vidas passadas. Geralmente, mergulhar nas vidas passadas permite resolver alguns assuntos que o atrapalham hoje. Enquanto as cenas aparecem na sua mente, você me descreve tudo que está experimentando.
5) Tentamos, então, a conexão com o seu ser superior, e eu faço perguntas diretamente para “ele”. Ao se conectar, você pode receber as mensagens e as informações de duas maneiras:
a) Você fica totalmente consciente e repete o que está escutando. A sua mente ainda pode interferir no processo e você se lembra de tudo no final da sessão.
b) Você transmite as informações em estado semiconsciente. Você só se lembrará de algumas partes do que você falou.
c) Você canaliza as informações e não se lembrará de nada. Neste caso, as interferências da sua mente consciente são quase nulas. Em outras palavras, você empresta a sua voz para uma força maior, igual a um médium.
6) Antes de terminar a sessão, conversamos sobre o que você acabou de experimentar e tentamos tirar os ensinamentos necessários.
Sim e não. Sigo o método da Dolores como base sólida, mas não como dogma.
O script original, a estrutura da sessão e os princípios centrais da QHHT permanecem como o alicerce do que faço.
O protocolo original da Dolores é relativamente longo (de 4 a 8 horas !!!) e segue uma progressão específica : conversar para conhecer o cliente (ela não pedia o preenchimento de um questionário antes), induzir o relaxamento progressivo, explorar algumas vidas passadas e, depois, construir gradualmente a ponte com o Ser Superior.
Essa progressão existe por uma razão importante. Ela ajuda a aprofundar o estado de consciência passo a passo, preparando a mente racional para uma conexão mais profunda.
Porém, algumas pessoas já chegam com grande facilidade para acessar estados expandidos de consciência. Pessoas intuitivas, mediúnicas ou que naturalmente entram em profundidade muito rápido.
Nesses casos, o caminho tradicional nem sempre é o mais natural para chegar à conexão.
Portanto, a forma como aplico o método depende muito da pessoa que está diante de mim.
Cada cliente chega com sensibilidades diferentes, objetivos diferentes, níveis de conexão diferentes e necessidades completamente únicas. Por isso, adapto a sessão de acordo com aquilo que faz mais sentido para a experiência daquela pessoa.
Ao longo dos anos, também desenvolvi adaptações e técnicas próprias para conseguir uma conexão mais rápida e aprofundar certos estados de consciência.
Cada um sente de um jeito diferente.
Todavia, há três constantes: a sensação de paz, a de alívio, como se um peso grande fosse tirado das suas costas, e a de bem-estar.
A visão é o sentido mais frequente. A grande maioria das pessoas vê as informações, cenas, imagens, lugares, personagens que surgem na mente como um filme.
Você pode ser espectador, observando de fora, ou protagonista, vivenciando na primeira pessoa. E pode alternar entre os dois durante a mesma sessão.
Mas visão não é o único canal. Alguns ouvem, palavras, frases, uma voz interior que traz as respostas. Outros sentem, emoções, sensações físicas, uma percepção corporal do que está sendo comunicado. E outros simplesmente sabem: a informação chega como conhecimento direto, sem imagem, sem som, sem sensação. Você apenas sabe, sem conseguir explicar como.
Todas essas formas são igualmente válidas. Não existe um jeito certo de acessar. O que existe é o seu jeito, e eu adapto a condução da sessão para trabalhar com o canal que for mais natural para você.
Quando a conexão com o Ser Superior ou com seres multidimensionais se estabelece, as informações chegam de forma diferente.
Em vez de cenas ou imagens, você passa a responder perguntas diretamente. Algumas pessoas ficam totalmente conscientes e repetem o que estão escutando. Outras transmitem em estado semiconsciente e só se lembram de partes do que disseram. Outras ainda canalizam completamente, emprestando a voz a uma consciência maior, sem memória do que foi dito. Nesse último caso, as interferências da mente consciente são quase nulas.
Uma coisa é constante, independente do canal: a sensação de paz, de alívio, de bem-estar. E a percepção de que o tempo voa.
Geralmente, sim. Mas há pessoas que não se lembram de nada, especialmente quando conseguem alcançar o ser superior.
Por isso, gravo sistematicamente todas as sessões.
A sessão é gravada? Posso receber o áudio depois?
Sim, 100% da sessão é gravada e você recebe o áudio completo logo após o término.
Isso é fundamental porque:
- Muitas pessoas não se lembram de tudo que foi dito durante o transe profundo
- Você pode revisitar as informações recebidas sempre que precisar
- Às vezes, mensagens que não fizeram sentido imediatamente se tornam claras semanas ou meses depois
- É sua sessão, sua experiência, suas informações: você tem direito total a elas
A gravação fica com você para sempre.
Sim, você pode fazer qualquer pergunta durante a sessão. Não há restrições quanto ao tema. O importante é que sejam questões genuínas e significativas para você.
Pode. O Ser Superior não diz o que você quer ouvir, ele conta o que você precisa escutar. E nem sempre isso é confortável.
Às vezes, a resposta confronta uma crença que você carrega há anos, aponta uma responsabilidade que você preferia não enxergar ou revela uma verdade que exige mudanças que você ainda não se sente pronto para fazer.
O Ser Superior nunca é cruel. Ele é direto, honesto, às vezes firme, mas sempre cheio de compaixão. A intenção nunca é machucar. É despertar.
É como aquele amigo que te diz o que ninguém mais tem coragem de dizer, não para te derrubar, mas porque te respeita demais para te deixar confortável numa mentira.
E na prática, mesmo quando a resposta incomoda no momento, a maioria dos clientes relata depois que era exatamente o que precisavam ouvir. Só não queriam admitir.
Sim, e isso acontece com mais frequência do que você imagina.
Não porque seu Ser Superior queira te negar informação, mas porque ele tem sabedoria infinita sobre o que é verdadeiramente benéfico revelar e o que não é.
Seu Ser Superior atua como um guardião sábio da informação. Ele avalia constantemente o que você está pronta para processar, o que vai te empoderar versus o que pode te prejudicar, e o que respeita o livre arbítrio versus o que o violaria.
Então sim, há muitas situações onde uma pergunta simplesmente não é respondida, ou recebe uma resposta vaga, ou é redirecionada para algo mais apropriado.
Isso não é punição. É proteção. É sabedoria.
E quando você entende isso, você para de se frustrar com “perguntas não respondidas” e começa a confiar que o que VEM é exatamente o que você precisa naquele momento.
Você tem liberdade total para fazer quantas perguntas quiser ao seu Ser Superior.
Antes da sessão, você preenche um questionário onde lista todas as suas perguntas. Não há limite para quantas você pode escrever.
Durante a sessão, faço essas perguntas diretamente para seu Ser Superior e você recebe as respostas.
Porém, isso não significa que necessariamente vou conseguir fazer todas as perguntas que você listou. Geralmente, consigo abordar entre 10 e 20 perguntas durante uma sessão, dependendo da complexidade de cada uma e da profundidade das respostas.
A quantidade de perguntas que conseguimos cobrir depende diretamente da qualidade da sua conexão. Quanto melhor e mais clara for sua conexão com o Ser Superior, mais perguntas consigo fazer porque as informações fluem naturalmente, com clareza e fluidez.
Quando a conexão é cristalina, as respostas vêm rápidas e diretas, e conseguimos cobrir muito mais terreno.
Mas quando a conexão é mais fragmentada ou há interferências da mente consciente, cada pergunta pode levar mais tempo, as respostas vêm em pedaços que precisam ser montados, e naturalmente conseguimos abordar menos perguntas no tempo disponível da sessão.
Por isso é importante priorizar suas perguntas no questionário.
Coloque as mais essenciais, as mais urgentes primeiro. Assim, se não der tempo de cobrir tudo, pelo menos as questões fundamentais foram respondidas.
E lembre-se: às vezes uma única resposta profunda vale mais do que vinte respostas superficiais. Seu Ser Superior sabe o que você realmente precisa saber, mesmo que não seja exatamente o que você pensou que queria perguntar.
A QHHT não é cartomancia, astrologia e muito menos adivinhação.
O objetivo do método não é prever acontecimentos, mas trazer compreensão, clareza e orientação.
O Ser Superior tem acesso a uma perspectiva muito mais ampla do que a mente consciente, porém, ele não responde necessariamente aquilo que você tem curiosidade de saber. Ele tende a revelar apenas aquilo que pode ajudar você a evoluir, compreender um bloqueio, tomar decisões mais conscientes ou enxergar sua vida sob outro ângulo.
Perguntas sobre o futuro raramente recebem respostas totalmente precisas. E existe uma razão importante para isso: o futuro não é fixo. Ele é probabilístico, moldado pelas escolhas que você faz a cada momento.
Dar uma resposta definitiva seria, na melhor das hipóteses, imprecisa. Na pior, limitante: você poderia acabar esperando passivamente que algo aconteça em vez de construir conscientemente o caminho que leva até aquilo.
O que o Ser Superior responde sobre o futuro são orientações: qual caminho está mais alinhado com você neste momento, quais escolhas abrem determinadas possibilidades, o que precisa ser desenvolvido, compreendido ou transformado para aproximar você da realidade que deseja viver.
Se você perguntar “vou casar com fulano?” ou “vou conseguir tal emprego?”, o Ser Superior geralmente não dá uma resposta clara e definitiva. E há razões profundas para isso.
Primeiro, porque você tem livre arbítrio. O futuro não é fixo, ele é probabilístico.
Existem múltiplas linhas de tempo possíveis dependendo das escolhas que você faz a cada momento.
Se o Ser Superior te respondesse “sim, você vai casar com fulano”, isso retiraria sua agência, sua capacidade de escolha consciente. Você ficaria presa àquela linha de tempo como se fosse destino inevitável, quando na verdade você tem poder de criar diferentes futuros.
Segundo, porque saber o futuro com certeza pode te deixar paralisado esperando passivamente em vez de criar ativamente.
Se você sabe que “vai conseguir o emprego”, pode parar de se esforçar. Se sabe que “não vai conseguir”, pode desistir antes de tentar.
Ambos os cenários roubam seu poder de co-criação.
Terceiro, porque a mente humana tem dificuldade enorme de lidar com certas informações temporais sem criar ansiedade, expectativas rígidas ou auto-sabotagem.
Saber demais sobre o futuro frequentemente prejudica mais do que ajuda.
O que o Ser Superior FAZ responder sobre futuro são perguntas como: “Qual é o caminho mais alinhado para mim neste momento?”, “Quais são as possibilidades que se abrem se eu seguir tal direção?”, “O que preciso desenvolver em mim para criar o futuro que desejo?”, “Quais escolhas vão me aproximar do que busco?”.
Essas perguntas respeitam seu livre arbítrio e te empoderam em vez de tirar seu poder.
Pode, desde que a pergunta esteja voltada para o seu crescimento, a sua evolução ou a resolução dos seus próprios desafios.
Por exemplo, “Por que a minha filha sente tanta raiva de mim?” é uma pergunta legítima, porque foca na dinâmica entre vocês e no que você pode compreender ou transformar.
Já “A minha filha já fumou maconha?” não é, porque invade a jornada de outra pessoa sem que haja um propósito real de crescimento da sua parte.
Na prática, percebi que o Ser Superior não costuma responder a perguntas feitas por mera curiosidade nem a perguntas que invadem o livre-arbítrio de outras pessoas.
“Fulano me ama?”, “O meu marido me trai?”, “O que tal pessoa pensa realmente de mim?”: essas perguntas dizem respeito à jornada de outra alma e interferem na privacidade dela.
Revelar informações sobre o caminho de alguém sem o consentimento dessa pessoa seria uma violação espiritual, e o seu Ser Superior simplesmente não faz isso.
O propósito da QHHT é o seu despertar, a sua evolução, o seu autoconhecimento. Não é descobrir os segredos dos outros.
O que você pode perguntar é, por exemplo: “Qual é a dinâmica energética entre mim e essa pessoa?”, “O que ela está me ensinando?”, “Como posso melhorar esse relacionamento?”, “Qual é o propósito cármico dessa conexão?”, “O que eu preciso aprender com essa situação?”.
Essas perguntas focam no seu lado da equação, no seu aprendizado, na sua parte da dinâmica — e essas sim costumam receber respostas profundas e transformadoras.
Perguntas sobre datas exatas de eventos futuros geralmente não são respondidas. “Quando vou morrer?”, “Em que data vou encontrar meu propósito?”, “Quando vou conhecer meu parceiro ideal?”.
Há razões importantes para isso.
Primeiro porque o tempo não é linear nas dimensões superiores. Seu Ser Superior existe fora do tempo como você o conhece. Para ele, passado, presente e futuro existem simultaneamente. Então traduzir informação atemporal para datas lineares específicas é complexo e frequentemente impreciso.
Segundo porque, novamente, múltiplas linhas de tempo. A “data” de quando algo vai acontecer muda constantemente baseado em suas escolhas, na sua vibração, nas suas ações. Dar uma data fixa seria mentir, porque não existe data fixa. Existe probabilidade que flutua.
Terceiro, porque saber datas específicas pode te deixar paralisada esperando passivamente em vez de criar ativamente.
Se você sabe que vai encontrar seu parceiro “Em 18 de março de 2027”, você pode parar de estar aberto para conexões antes disso ou ficar obcecado esperando essa data chegar. Você perde o presente vivendo no futuro.
E quarto, porque seu Ser Superior sabe que a mente humana tem dificuldade de lidar com certas informações temporais sem criar ansiedade massiva.
Imagina saber a data exata da sua morte? Isso poderia te paralisar de medo.
Sim, você pode fazer quantas sessões quiser, sempre que sentir necessidade. Porém, o objetivo da QHHT não é criar dependência. Muito pelo contrário.
Uma vez que você estabelece a conexão com seu Ser Superior durante a primeira sessão, você aprende a acessá-lo sozinha. A ideia é te empoderar, não torná-lo dependente de sessões comigo.
Na prática:
- Algumas pessoas fazem apenas uma sessão e isso é suficiente — elas aprendem a se conectar por conta própria
- Outras retornam após 6 meses ou 1 ano quando enfrentam novas questões ou fases de vida
- Há quem faça 2-3 sessões no primeiro ano para aprofundar a conexão
Você decide conforme sua necessidade e intuição.
sessão online
Sim e não. Algumas pessoas têm uma capacidade de se conectar facilmente. Basta elas seguirem as minhas instruções e elas alcançam níveis de consciência elevados em um piscar de olhos!
Para estas, a sessão ser on-line ou presencial não faz diferença nenhuma porque elas já possuem todas as ferramentas internas.
Outras pessoas, pelo contrário, precisam da presença do terapeuta na mesma sala para obter êxito.
De qualquer maneira, se puder vir até o meu local, no Guarujá (SP), acredito ser a melhor opção.
Você receberá um manual completo com todas as instruções para maximizar a sua experiência assim que reservar a sua sessão.
- O mais importante: você precisa de uma conexão de internet estável.
- Você precisa também de um computador, tablet ou celular com câmera. Todavia, o inconveniente com o smartphone é que alguém pode ligar durante a sessão ou você pode receber uma mensagem!
- As sessões são feitas através do Zoom. Não precisa instalar o aplicativo, pois o link (que você receberá antes da sessão) funciona no seu navegador.
- Um fone de ouvido com o microfone, idealmente bluetooth.
- Se for um fone com cabo, cuidado também com o cabo, que costuma ser curto e pode atrapalhar os seus movimentos. Prever também uma fita (ou band-aid) para colar o microfone perto da sua boca. Assim, eu tenho certeza de poder escutá-lo claramente, mesmo que você fale mais baixo durante a sessão.
- Recomendo que você teste as configurações de áudio antes da sessão.
- Você precisa de uma luz no quarto forte o suficiente para que eu possa monitorá-lo, mas suave o bastante para não incomodá-lo.
- Por fim, tome todas as medidas necessárias para não ser interrompido durante a sessão.
Sim. Mas apenas se tiver um sofá reclinável. Caso contrário, recomendo ficar deitado de barriga para cima.
Não. Eu faço as sessões através do Zoom. Basta abrir o link que mandarei no seu navegador.
DOLORES CANNON
Dolores Cannon (1931-2014) foi uma hipnoterapeuta americana pioneira em hipnose regressiva e exploradora de consciência expandida.
O que ela criou:
Desenvolveu o método QHHT (Quantum Healing Hypnosis Technique) ao longo de quase 50 anos de prática clínica. Começou nos anos 1960 fazendo hipnose convencional com seu marido e, com o tempo, descobriu que seus clientes acessavam espontaneamente vidas passadas e informações multidimensionais.
Sua contribuição:
Foi uma das primeiras a sistematizar o contato com o que chamou de “Subconscious” ou “Higher Self” (Ser Superior) através da hipnose profunda. Suas sessões revelavam não apenas vidas passadas, mas também conexões com civilizações extraterrestres, dimensões paralelas e informações sobre a evolução da consciência humana.
Legado:
- Escreveu 19 livros documentando casos reais de suas sessões
- Treinou milhares de praticantes de QHHT ao redor do mundo
- Criou um método estruturado que permite acesso direto à sabedoria interior
- Popularizou conceitos como starseeds, Nova Terra e despertar da consciência
Sua filosofia central:
Cada pessoa carrega dentro de si uma fonte infinita de sabedoria e poder de autocura. O papel do terapeuta não é curar ou ensinar, mas simplesmente facilitar o acesso a essa fonte que já existe dentro do cliente.
Dolores faleceu em 2014, mas seu método continua sendo praticado globalmente por terapeutas certificados.
Ela foi uma das principais responsáveis por popularizar o conceito de starseeds no mundo ocidental, embora a ideia já havia introduzido a noção em 1976 pelo Brad Steiger, no livro Gods of Aquarius.
O que Dolores fez foi algo diferente: dar corpo, profundidade e evidência ao conceito, sessão após sessão, durante décadas.
No livro The Three Waves of Volunteers and the New Earth, ela documentou um padrão perturbador que começou a emergir nas suas sessões: clientes que, em transe profundo, descreviam não ter origem na Terra.
Almas vindas de outras dimensões e planetas que escolheram encarnar neste momento específico da história humana, não por karma, mas por escolha deliberada. Voluntários.
O propósito desses voluntários? Auxiliar numa transição que, segundo o que emergia nas sessões, já estava em curso há décadas.
Dolores ia além. Ela os descrevia como zeladores da humanidade e defendia que fomos “semeados” por civilizações avançadas que nos acompanham à distância, como quem cuida de um jardim, intervindo apenas em momentos críticos para garantir que a espécie humana não se autodestrua.
Dolores Cannon foi prolífica ao longo de toda a carreira. Na fase final, ela soltou até alguns conceitos bem polêmicos.
Para mim, os mais marcantes são :
- A Divisão das duas terras: o planeta está se separando em dois. A “Velha Terra” (3D) continua no caos e medo, enquanto a “Nova Terra” (5D) evolui para uma vibração mais leve. A sua frequência pessoal determina em qual delas você ficará.
- O povo de fundo (Backdrop people): a ideia de que muitas pessoas são “figurantes” sem alma individual, servindo apenas para preencher o cenário e o drama da nossa realidade.
- Cancelamento do carma: o carma não é uma punição, mas um apego mental. Você pode “pedir demissão” dele e encerrar o ciclo de reencarnação através do perdão e do desapego.
- Cura instantânea: ela afirmava que o subconsciente (Ser superior) pode curar qualquer doença física em segundos, assim que a pessoa compreende a lição espiritual por trás da enfermidade. Que eu saiba, ela nunca apresentou provas científicas dessas curas.
- Vidas simultâneas: o tempo linear é uma ilusão. Todas as suas vidas (passadas e futuras) estão acontecendo agora, em dimensões paralelas, e você pode acessar essas informações em tempo real.
- A Terra como universidade: nosso planeta é visto como uma das escolas mais difíceis do universo. Almas fazem fila para encarnar aqui devido ao aprendizado acelerado que o livre arbítrio total proporciona. Não é um conceito novo: o Espiritismo já fala disso há muito tempo. Mas Dolores trouxe uma profundidade e um volume de evidências, colhidas em milhares de sessões, que dão uma dimensão diferente a esse conceito.
Alguns dos mais relevantes para quem está começando:
The Three Waves of Volunteers and the New Earth — sobre almas de outras dimensões e planetas que escolheram encarnar na Terra neste momento específico da história, e o papel que vieram desempenhar.
The Custodians: Beyond Abduction — 12 anos de investigação sobre contatos extraterrestres através da hipnose, de 1986 a 1998. Dolores vai além do fenômeno convencional de abdução para explorar a natureza e o propósito das interações entre a humanidade e seres de outras dimensões.
The Convoluted Universe (5 volumes) — a série mais extensa. Explora a natureza da realidade, dimensões paralelas, a origem das almas e conceitos que a mente racional vai resistir — e depois não conseguir ignorar.
Between Death and Life — o que acontece entre uma vida e outra. Um dos registros mais detalhados já documentados sobre o intervalo entre encarnações.
Todos são disponíveis em inglês. Alguns são traduzidos para o português.
A formação oficial em QHHT é oferecida pela QHHT Academy, a escola fundada por ela e hoje conduzida pela filha, Julia Cannon.
Os cursos são online, em inglês, com material gravado pela própria Dolores antes de seu falecimento.
Imersão Exploratória
É um áudio guiado de aproximadamente 40 minutos, conduzido pela minha voz, usando técnicas derivadas do método QHHT de Dolores Cannon.
Durante a imersão, você é guiado progressivamente para além do estado de vigília comum, o mesmo território que exploramos em uma sessão completa.
É uma amostra direta da sessão. Ao ouvi-la, você tem uma ideia concreta do que é o processo, como ele funciona e como seu sistema responde a ele.
Eu sou obrigado a fazer a Imersão Exploratória antes de agendar a sessão?
Não. Mas recomendo fortemente. A imersão é uma preparação estratégica que aumenta consideravelmente suas chances de ter uma sessão completa bem-sucedida. Pessoas que a ouvem múltiplas vezes antes da sessão geralmente têm resultados superiores. A repetição prepara o terreno.
Há 3 razões concretas para não pular essa etapa:
- Preparação: você condiciona sua mente e sistema nervoso para acessar estados profundos antes mesmo do dia da sessão. A familiaridade com o processo, com a minha voz, com as instruções, é o que destranca o acesso. Cada vez que você ouve a imersão, você treina seu corpo e mente para chegar lá com mais facilidade.
- Melhores chances de sucesso: pessoas que fazem a imersão múltiplas vezes antes da sessão completa têm resultados consistentemente superiores a quem chega sem essa preparação.
- Proteção financeira: você descobre como seu sistema responde ao processo investindo tempo, não dinheiro adicional. Se não funcionar, pode solicitar o reembolso.
Cada pessoa experiencia de forma única. Você pode:
- Ver imagens, cenas, luzes ou cores
- Sentir sensações físicas (formigamento, calor, frio, leveza, peso)
- Ouvir vozes, sons ou mensagens
- Simplesmente “saber” informações sem imagem ou som
- Entrar em estado de relaxamento profundo
- Perceber tempo passar muito rápido ou muito devagar
- Sentir leve dissociação, como se estivesse observando de fora
- Experimentar sensação de aceleração ou expansão
- Sentir tontura leve ou vertigem
- Perceber coração acelerando (reação natural a estados expandidos)
- Ter sensação de leveza extrema, como se o corpo estivesse flutuando
- Sentir-se saindo parcialmente do corpo ou expandindo além dele
- Não sentir nada aparente (e ainda assim processar internamente)
Todas as experiências são válidas e seguras. Seu corpo e consciência sabem como navegar esses estados.
Entendo completamente por que essa pergunta surge, e vou ser totalmente transparente sobre os motivos.
Quando algo é gratuito, falta comprometimento. É assim que funciona a psicologia humana. Você baixa, talvez ouça, talvez não. Não há investimento real, então não há engajamento real. As pessoas tratam como “mais um áudio interessante” que fica esquecido na pasta de downloads.
Mas quando você investe financeiramente, mesmo com garantia total de reembolso, algo muda. Você leva a sério, cria o espaço necessário para ouvir com atenção, se prepara adequadamente.
Você está realmente PRESENTE na experiência, não apenas “testando por testar”.
E aqui está a verdade que muita gente não percebe: o áudio de imersão exploratória já É o começo da sua jornada.
Não é um teste separado da sessão. É a primeira etapa do processo de despertar.
É onde você começa a acessar estados expandidos de consciência, a sentir como é relaxar profundamente, a descobrir suas capacidades naturais de visualização e conexão.
Muitas pessoas relatam experiências transformadoras apenas com esse áudio. Sensações de paz profunda, insights inesperados, reconexão com partes esquecidas de si mesmas. Você já está embarcando na jornada de autoconhecimento.
Comprometimento gera resultados. Gratuidade gera dispersão. Por isso não faz sentido disponibilizar gratuitamente.
Você não está pagando por um “teste de admissão”. Você está investindo no INÍCIO do seu processo de expansão de consciência, com a segurança de que se descobrir que não é para você, recebe seu investimento de volta.
Depois de ouvir o áudio e experimentar, você mesma avalia se faz sentido continuar ou não. Se sentiu ressonância, se conseguiu visualizar, se teve sensações interessantes, você segue para a sessão completa.
Se percebeu que não fluiu, que não conseguiu relaxar, que bloqueios muito fortes impediram a experiência, você pode simplesmente solicitar o reembolso. Sem julgamento. Sem explicações longas necessárias.
A decisão é sua. Você tem autonomia total para decidir se aquilo funcionou ou não para você. Se quiser feedback sobre sua experiência, pode pedir. Mas você não é obrigada.
Você literalmente não tem risco financeiro nenhum. Zero.
Você tem duas opções:
1. Solicitar o reembolso de 100% do valor. Sem perguntas. Sem ressalvas. Sem condições. Você mesma avalia sua experiência e decide se quer continuar ou não.
2. Solicitar meu feedback. Se você teve alguma experiência mas não tem certeza se foi suficiente, se ficou em dúvida sobre suas chances na sessão completa, você pode me enviar um relato do que experimentou e pedir minha avaliação. Aí eu te dou feedback honesto sobre suas possibilidades e você decide se quiser prosseguir ou não.
A escolha é sempre sua.
GARANTIA
Essa garantia existe para proteger você : seu tempo e seu investimento. Sei que R$ 990 não é um valor pequeno.
Ao pagar sua sessão, você acessa a imersão exploratória : um áudio guiado de 40 minutos que é uma experiência real por si só.
Se após ouvi-la você sentir que a abordagem não ressoa, que não conseguiu acessar estados profundos mesmo com múltiplas tentativas, ou simplesmente que não quer continuar – por qualquer razão –, eu devolvo 100% do valor.
É uma forma de você ter uma amostra real do processo antes de decidir se quer ir até o fim. Você experimenta primeiro e só avança se fizer sentido para você. O risco financeiro é zero.
Não. Antes de considerar o reembolso, recomendo fortemente que você tente várias vezes. A familiaridade com o áudio é exatamente o que destranca a capacidade.
Na primeira vez você pode estar ansioso, tentando controlar, analisando o processo enquanto ele acontece. Na terceira ou quarta, você já conhece o caminho e consegue se entregar.
Experimente também em momentos diferentes do dia e em estados emocionais diferentes. Cada tentativa revela algo novo.
Você tem 20 dias após a compra para solicitar. Mas há uma condição importante: a garantia expira automaticamente assim que você agenda a sessão.
O agendamento é o sinal de que você decidiu avançar. Depois disso, o processo entrou em execução e o reembolso não se aplica mais.
Não. O relatório é opcional. Ele existe para quem tem dúvidas sobre suas chances e quer minha opinião antes de decidir.
Se você me enviar um relato detalhado da sua experiência, respondo em até 48 horas com um feedback honesto.
Mas você não tem nenhuma obrigação de fazer isso. Pode solicitar o reembolso diretamente, sem passar por nenhuma avaliação.
extraterrestres, Seres de outras dimensões, mentores e espíritos
Sim. O Ser Superior não é o topo da hierarquia, mas seu ponto de acesso mais próximo.
O que emerge nas sessões – o que várias tradições espirituais descrevem de formas diferentes – é parecido com uma estrutura multidimensional em camadas. Cada camada corresponde a um grau maior de pureza, de frequência, de distância da matéria densa que conhecemos aqui na Terra.
Nas dimensões mais próximas da nossa, as inteligências ainda mantêm forma: aparecem com aparência humanoide, com características reconhecíveis, às vezes com nome e identidade. São os guias, os mentores, os seres estelares que se comunicam em sessões com uma personalidade distinta.
À medida que se sobe nas dimensões, a forma vai desaparecendo. As inteligências tornam-se cada vez mais luz, frequência, presença pura. Já não há individualidade separada, não há nome, não há aparência. Há apenas consciência. Vasta, impessoal, amorosa de uma forma que a nossa mente mal consegue processar.
Nas dimensões mais elevadas, a própria noção de “ser” como entidade separada deixa de fazer sentido. É o que algumas tradições chamam de Fonte, de Deus, de Todo, de Uno. Não uma entidade que pensa e decide, mas o campo de consciência do qual tudo emerge.
Sim, acontece frequentemente durante sessões de QHHT.
A razão é simples: muitas pessoas encarnadas na Terra têm origens ou conexões estelares. Nosso planeta é apenas um entre inúmeros mundos habitados no universo.
Quando relevante para sua jornada, esses contatos surgem naturalmente. Não forçamos nada, confiamos no que sua consciência traz.
Uma sessão de hipnose quântica não é necessária quando você já obtém comunicações fluidas e regulares.
No entanto, a maioria das pessoas que atendo ainda não desenvolveu todo o seu potencial e está prestes a “despertar”. Sentem um forte chamado há algum tempo, sem necessariamente saber exatamente do que se trata.
Ou já possuem algum tipo de conexão, mas precisam de confirmações e certezas para seguir esse caminho.
De qualquer forma, geralmente estão em um momento estratégico de suas vidas, em que precisam tomar uma decisão importante.
Nesses casos, a sessão de QHHT serve como acelerador, alavanca, catalisador.
Além disso, em suas primeiras experiências, o cliente muitas vezes precisa de um ambiente ideal, ou seja, uma sala segura e altamente energizada, bem como de um guia (na forma de um profissional qualificado) que forneça o impulso necessário.
Gosto de usar a analogia de uma criança aprendendo a andar. Quando a criança ainda está cambaleante, ela segura a mão de um adulto para não cair.
Uma vez que se acostuma a andar acompanhada, ela se sai perfeitamente bem sozinha. Meu objetivo é justamente oferecer esse apoio inicial e ajudá-lo a se conectar por conta própria.
Claro. E isso frequentemente acontece !
Mas, em muitos casos, a pessoa não está nas condições ideais para um contato direto: a mente não quer relaxar, as preocupações da vida cotidiana dominam, as distrações são muitas, os medos aparecem, etc.
Pode parecer surpreendente, mas nossos irmãos estelares também precisam de um ambiente estável para estabelecer uma conexão forte.
Durante uma sessão de hipnose quântica, você se torna muito mais receptivo do que se estivesse praticando sozinho em seu quarto, por exemplo. Especialmente quando você não tem experiência.
Uso a analogia de uma cirurgia. Um cirurgião que opera sua apendicite na mesa da sua sala de estar com uma faca de cozinha, sem anestesia e sem assepsia, provavelmente causará mais mal do que bem.
Por outro lado, em uma sala de cirurgia equipada, rodeado por sua equipe, o procedimento geralmente é bem-sucedido.
Sim, mas não fisicamente. Você os vê mentalmente com os olhos fechados, um pouco como em um sonho.
Se você possui dons de clarividência, eles também podem se manifestar diante de você, mas isso é muito mais raro.
Não. Primeiramente, porque nem todo mundo consegue estabelecer a conexão com seu Eu superior.
Essa conexão é indispensável para poder se comunicar com consciências mais avançadas, como as dos extraterrestres.
Na hipótese de você conseguir se conectar ao seu Eu superior, o contato também não é garantido. Às vezes, sua família estelar escolhe não se manifestar.
Isso pode acontecer porque você ainda não está pronto para encontrá-los oficialmente, ou porque não é o momento certo para sua evolução.
Embora seja frustrante ouvir isso, vale lembrar que é para o seu próprio bem.
Dito isso, aqueles que conseguem se conectar ao seu Eu superior, mesmo sem se comunicar com sua família cósmica, descrevem unanimemente sua sessão de hipnose quântica como uma experiência extraordinária.
De fato, a hipnose quântica oferece muitos outros benefícios.
Depende principalmente de suas afinidades! Mesmo que existam dezenas de raças diferentes neste planeta – e nas proximidades –, geralmente apenas membros da sua família cósmica se comunicam.
Já tive o prazer de conversar com Arcturianos, Dragões, Nórdicos, Mantis, Pleidianos, Greys e Felinos, entre outros.
No entanto, é comum que o cliente descreva várias raças colaborando, especialmente quando se trata de realizar limpezas energéticas.
Todas as conversas são diferentes, pois cada cliente tem necessidades e objetivos específicos.
No entanto, alguns temas são recorrentes. Por exemplo, os extraterrestres muitas vezes explicam que foi o próprio cliente que escolheu vir à Terra para cumprir uma missão de ajuda à humanidade ou de despertar da consciência planetária.
Eles frequentemente destacam a coragem do cliente em aceitar tal missão e mostram sempre uma grande estima por ele.
Eles também confirmam regularmente que o cliente nunca está sozinho em sua missão. Ouço a frase “Estamos sempre ao seu lado, mesmo quando você tem a impressão de que ninguém está ouvindo” quase em todas as sessões.
Outro ponto constante: os seres de outras dimensões repetidamente dão o mesmo conselho quando perguntados sobre a melhor maneira de se conectar com eles: a meditação.
Finalmente, eles realizam a cada sessão processos de limpeza energética ou ajustes no corpo da pessoa para fortalecer a conexão.
Absolutamente. Eles ajudam você a ouvir seu coração, despertar sua intuição, ativar seu poder interior e, às vezes, até mesmo ativar certas faculdades, como a mediunidade ou a cura.
Sim. Quando você está em estado expandido de consciência, a comunicação com guias, mentores, anjos ou ancestrais fica acessível.
Muitas vezes eles se manifestam espontaneamente, especialmente quando têm orientações importantes para compartilhar ou quando você especificamente pede para se conectar com eles.
Sim, pode acontecer. Mas o contato com familiares desencarnados não deve ser o objetivo principal da sessão.
Geralmente eles aparecem quando têm algo importante a comunicar: para ajudar você a resolver uma questão pendente, encerrar um ciclo, trazer conforto, ou dar coragem para seguir em frente.
Outras perguntas
Infelizmente, não dá para saber. A única forma de descobrir suas reais capacidades é experimentar.
Por isso, após o pagamento da sessão, você recebe a Ignição da multidimensionalidade, uma meditação guiada de 60 minutos que simula parte do processo da sessão. Ela é uma preparação estratégica que condiciona sua mente e sistema nervoso para acessar níveis de consciência mais profundos.
Ela aumenta também drasticamente suas chances de ter uma sessão completa bem-sucedida
Se você tentou múltiplas vezes e não conseguiu acessar estados profundos ou simplesmente descobriu que essa abordagem não ressoa com você, eu reembolso imediatamente 100% do seu investimento.
Você pode também me enviar um relato detalhado da sua experiência com o áudio. A partir dele, avalio honestamente se você tem a predisposição natural para uma sessão de QHHT proveitosa.
Infelizmente, não. Na minha prática, observo que de 10 a 20% dos clientes não conseguem obter nenhuma informação, nem mesmo explorar suas vidas passadas, que geralmente é a primeira etapa de uma sessão de hipnose quântica.
Isso pode dever-se a um bloqueio, resistência em se entregar ou uma restrição imposta pelos seus guias espirituais por motivos desconhecidos.
Cerca de um terço dos clientes recebem fragmentos de informações. Eles obtêm peças de um quebra-cabeça, mas enfrentam dificuldades para montá-lo inteiramente.
Às vezes, isso é suficiente para promover melhorias no seu cotidiano, embora nem sempre permita alcançar uma compreensão completa ou obter respostas definitivas.
Os outros 50% dos clientes experienciam a sessão com grande clareza e intensidade.
Eles conseguem acessar o seu ser superior e recebem numerosas informações valiosas que provocam um grande impacto em suas vidas.
Deste grupo, a maioria também consegue estabelecer diálogo com seres de outras dimensões, como mentores espirituais ou extraterrestres.
Infelizmente, é impossível prever se alguém será capaz de mergulhar em seu passado.
Não existe um perfil tipo. Um caminhoneiro tem tantas chances quanto um professor de ioga. Uma dona de casa, tantas quanto um executivo. Não depende de profissão, formação, crença ou experiência prévia: cada pessoa responde de forma diferente.
Porém, existem alguns indícios.
Suas chances diminuem significativamente se você:
- É excessivamente racional e não consegue desligar a mente analítica
- Tem dificuldade para visualizar imagens, cenas ou situações mentalmente
- Não consegue acalmar a mente mesmo em meditações simples
- Sente resistência forte em se entregar ao processo ou perder o controle
- Possui bloqueios energéticos profundos ou traumas não processados que impedem o relaxamento
Suas chances aumentam se você:
- Já teve experiências espirituais, intuições fortes ou percepções extrassensoriais
- Consegue meditar com facilidade e alcançar estados de relaxamento profundo
- Tem facilidade para visualizar e imaginar cenários vividamente
- Está genuinamente pronto para se entregar ao processo sem tentar controlar cada detalhe
- Sente uma ressonância natural com temas multidimensionais e espirituais
Não, o audio de Ignição da Multidimensionalidade (uma meditação guiada de 1 hora) é enviada apenas após a reserva e pagamento da sessão.
Por quê?
Porque o processo de qualificação exige tempo, energia e análise personalizada da minha parte. Não é um áudio automático — é uma ferramenta de avaliação séria que precisa de acompanhamento.
Ao reservar, você está investindo no processo completo:
- Recebe a meditação guiada
- Experimenta e relata sua experiência
- Recebo sua análise detalhada
- Avalio honestamente suas capacidades
- Se não qualificar → reembolso total imediato
- Se qualificar → seguimos para a sessão completa
É um sistema de proteção mútua. Você não perde nada financeiramente se não se qualificar, e eu garanto que trabalho apenas com clientes que podem realmente se beneficiar.
Você tem zero risco financeiro.
Apenas investe o tempo. E esse tempo já inicia seu processo de autoconhecimento, independentemente do resultado.
Por quatro razões principais:
Proteger seu tempo e investimento. Se você não tem a predisposição natural, vai gastar 3 horas e R$990 em algo que provavelmente não vai funcionar. Prefiro ser honesto desde o início.
Garantir qualidade da experiência. Quando trabalho apenas com pessoas prontas, posso focar 100% na profundidade da sessão, não em tentar forçar uma conexão que não está disponível. Isso beneficia a todos.
Manter a integridade do trabalho. Eu poderia aceitar qualquer pessoa e embolsar o dinheiro. Mas não é assim que quero trabalhar. Prefiro ter menos clientes e mais transformações reais.
Evitar frustrações de ambos os lados. Quando você investe tempo, dinheiro e energia em algo que não funciona, a decepção é profunda. E é desgastante para mim também — você nem imagina a felicidade que me traz quando alguém consegue essa conexão. Quando não funciona, dói em ambos os lados.
A meditação guiada filtra naturalmente quem está pronto. E quem não está ou prefere não arriscar recebe 100% do dinheiro de volta.
É um desafio real, mas não é impedimento.
A mente analítica tende a questionar o processo enquanto ele acontece, a perguntar se está inventando, a tentar controlar o que surge. Essa interferência cria resistência e dificulta o acesso a estados profundos.
Mas saber disso de antemão já ajuda. Durante a sessão, trabalho ativamente com esse padrão. E a imersão exploratória é o melhor termômetro: você vai sentir diretamente se consegue colocar a análise em pausa ou não.
A resposta é sua. Pode ser que você não estivesse pronto, que o terapeuta não fosse adequado para você, que as condições ideais não estivessem reunidas ou que seus guias e mentores considerem que não era o momento certo para lhe conceder acesso.
Também é possível que você não possua as capacidades intrínsecas para se conectar.
Por isso a imersão exploratória existe: você testa na prática, sem compromisso. Se não funcionar ou não gostar, você recebe seu investimento de volta. Sem questionamento, sem burocracia.
Sim, é completamente normal. A resposta sobre esperar ou não depende do tipo de conflito que você está sentindo. Com nem todo conflito interno é igual, entender a diferença é crucial.
Primeiro, vamos reconhecer algo importante: esse conflito interno pode ser exatamente um dos sinais de que você PRECISA fazer a sessão.
Quando você está prestes a dar um passo importante no seu despertar espiritual, quando está prestes a atravessar um portal de transformação, é absolutamente natural que surjam resistências.
Sua mente vai criar obstáculos, seu ego vai tentar te proteger do desconhecido, e vozes externas vão ecoar dentro de você criando dúvida.
É normal também surgirem medos sobre o que você vai descobrir, dúvidas sobre se está fazendo a coisa certa, resistências internas.
Mudança sempre assusta. Pode aparecer culpa – especialmente se você vem de um ambiente religioso rígido que ensinou que explorar além das fronteiras aprovadas é “perigoso.” E pode haver pressão de pessoas próximas: família, igreja, parceiro ou amigos que não entendem ou não apoiam a sua busca.
Tudo isso é esperado. Tudo isso faz parte do processo.
A questão não é se você tem conflito, mas que TIPO de conflito você tem: o saudável ou o bloqueador.
O conflito saudável é quando você sente medo, mas também uma profunda ressonância interna. Um chamado que não consegue ignorar, mesmo tentando.
Algo dentro de você sabe que isso é importante. Você quer fazer, mas tem receio das consequências, do julgamento, do que pode mudar na sua vida. Por baixo desse medo, porém, há um “sim” da sua alma. Um magnetismo que te puxa mesmo quando a mente resiste.
Você volta a pensar nisso constantemente, não consegue esquecer, sente uma urgência que não sabe explicar.
Esse tipo de conflito não é sinal de que você deve esperar. É sinal de que a sua alma está chamando e a sua mente está com medo de responder. E você aprende a lidar com o medo dando o passo, não esperando ele passar.
O conflito bloqueador é completamente diferente. É quando não existe nenhuma conexão real com o processo, nenhuma ressonância, nenhum chamado interno.
Você está considerando fazer porque alguém te pressionou, porque leu sobre o assunto e achou “interessante”, mas não sentiu nada mais profundo. Ou porque tem a expectativa mágica de que vai resolver todos os seus problemas instantaneamente sem precisar fazer nada.
Ou então, o medo é tão intenso, a resistência tão grande, que você não consegue se entregar minimamente ao processo. Está completamente fechado, desconfiado e travado.
Nesse caso, não se trata de um conflito natural de crescimento. Você simplesmente não está pronto ou esse não é o caminho certo para você neste momento.
Nem toda ferramenta serve para todas as pessoas em todos os momentos. Se for esse o seu caso, talvez seja melhor explorar outras abordagens primeiro, trabalhar os medos mais profundos com outro tipo de acompanhamento ou simplesmente esperar até sentir uma conexão genuína em vez de forçar algo que não ressoa.
A decisão final é sempre sua. Ninguém tem o direito de decidir o seu caminho. Mas não deixe o medo disfarçado de “prudência” te roubar o que a sua alma está pedindo. E também não force algo que não ressoa só porque parece “espiritualmente avançado.”
Escute a sua alma. Ela sabe a diferença. E você também. No fundo, já sabe a resposta. A pergunta é: vai ter coragem de honrá-la?
Ah, a eterna pergunta do “Isso é real ou é a minha imaginação.” ! Uma pergunta inteligente e 100% valida para manter os pés no chão enquanto a consciência viaja no tempo e no espaço.
Eu acredito na existência de múltiplas vidas. Porém, sendo totalmente honesto, não existem provas científicas definitivas que comprovem ou refutem as vidas passadas — embora existam inúmeros relatos e estudos intrigantes que levantam questões difíceis de ignorar.
Aliás, o mesmo vale para muitas experiências humanas profundas: ninguém possui provas absolutas da existência de Deus ou da alma.
Na prática, essa pergunta costuma perder importância no momento em que a experiência acontece.
Durante as sessões, muitas pessoas acessam cenas com um nível de detalhe, emoção, coerência e intensidade que ultrapassa largamente o que a imaginação consciente costuma produzir espontaneamente.
Alguns descrevem lugares desconhecidos, emoções extremamente específicas, sensações físicas marcantes ou relações que parecem carregar um peso emocional difficil de inventar racionalmente no momento.
E, sim… algumas pessoas ficam tão emocionadas que preciso pegar um lenço para secar lágrimas, que parecem vir de muito mais fundo do que uma simples história imaginada. Choro de alegria profunda ao reviver certas cenas e sentir uma conexão intensa. Ou choro de limpeza, ao liberar emoções e energias acumuladas há anos, décadas ou talvez séculos.
Afinal, o subconsciente fala através de símbolos, emoções e metáforas e tem a capacidade de trabalhar com o que for mais útil para você naquele momento. Qualquer psicólogo pode confirmar.
Se uma narrativa simbólica consegue tocar algo profundo dentro de você, então ela já está revelando uma verdade emocional, psicológica ou espiritual importante para te ajudar no seu processo de compreensão, cura ou transformação.
No final, o que importa é lição contida na história, não necessariamente o certificado de autenticidade histórica.
Saúde
Não. Embora alguns terapeutas afirmem ter testemunhado curas extraordinárias, eu vejo a QHHT como um método de autoconhecimento e de ajuda, mais do que de cura de doenças físicas. Mas fica evidente também que muitos sintomas melhoram.
Não.
A QHHT é uma ferramenta poderosa de autoconhecimento e expansão de consciência, mas jamais substitui cuidados médicos ou psicológicos profissionais.
Sim. A QHHT complementa e potencializa o que você já está fazendo.
Você não precisa escolher entre uma ou outra. Muitas vezes, a medicina cuida do veículo físico, enquanto a QHHT amplia a consciência que dirige esse veículo.
religião
De jeito nenhum. Aliás, não é preciso acreditar em nada para fazer uma sessão.
Não é problema para a sessão em si. Porém, preciso ser honesto com você sobre algo importante: a religião institucional frequentemente aprisiona mais do que liberta. Ela cria medo, culpa e dependência de intermediários externos para sua conexão com o divino.
A QHHT faz exatamente o oposto — ela te reconecta diretamente com sua própria essência divina, sem intermediários. Por isso mesmo, pode gerar conflitos internos se você ainda carrega programações religiosas muito fortes.
Minha recomendação: faça a sessão quando você estiver pronta para honrar seu próprio caminho espiritual, independentemente da opinião de outros. Seu crescimento espiritual é sua responsabilidade, não de sua família ou igreja.
Se ainda sente muito conflito interno sobre isso, talvez seja melhor esperar até estar mais alinhada com sua própria verdade.
Claro. Mas para a sessão funcionar, você precisa estar emocionalmente em paz com sua escolha. Se estiver com medo de ser descoberta ou se sentindo culpada, isso pode criar bloqueios que impedem o acesso aos estados profundos de consciência necessários.
A QHHT é uma jornada pessoal. Você não tem nada para esconder, mas tem o direito de fazer suas escolhas espirituais de forma privada e no seu próprio tempo.
Steven Anthony
Nasci na Suíça, moro no Brasil desde 2009. Tenho formação em psicologia pela Universidade de Lausanne e uma carreira anterior como jornalista e consultor de comunicação, o que me deu um lado racional que nunca abandonei.
Em termos de formação: certificado no método QHHT pelo curso oficial de Dolores Cannon, formado em Regressão a Vidas Passadas com Patricia Baer na Suíça, certificado em Coaching pelo Instituto Holos no Brasil e em Touch for Health pelo Institut de Kinésiologie na Suíça.
Infelizmente, não. Eu apenas acompanhei o seu curso online, que apresenta material original gravado pouco antes de seu falecimento. Até onde sei, não há no Brasil um terapeuta que tenha tido a oportunidade de participar do curso presencialmente com ela.
Porque escolhi oferecer sessões online. A Dolores Cannon insistia que a QHHT só podia ser praticada presencialmente, exigência que os herdeiros mantiveram. Por isso, o diretório oficial lista apenas terapeutas que atendem presencialmente.
Não sou o único a ter sido retirado da lista por escolha. Vários profissionais formados com ela, há já mais de duas décadas, fizeram o mesmo.
Dolores começou a dar cursos presenciais em 2002, numa época em que uma videochamada de qualidade era ficção científica. Faz sentido que ela não imaginasse o online como opção. Mas o mundo mudou. A qualidade das conexões também.
Outra mudança: as pessoas conseguem acessar estados profundos de consciência com mais facilidade hoje. A consciência coletiva evoluiu. Quem fala de vidas passadas, seres multidimensionais ou ETs já não é automaticamente tratado como louco — e esse julgamento a menos, interno e externo, abre portas que antes ficavam fechadas.
Escolhi praticar online também para facilitar a vida dos clientes: você faz a sessão no seu próprio ambiente, onde já se sente seguro, sem horas de deslocamento, sem custo de viagem, sem chegar cansado antes mesmo de começar. Para muitas pessoas, isso facilita o acesso, não dificulta.
Para quem tem as condições naturais de se conectar, a distância — online ou presencial — não muda nada.
Sim, mas com um limite claro. O facilitador cria o ambiente, conduz o processo e amplifica o sinal. Mas se você não tiver a capacidade de se conectar, nenhum facilitador consegue criar essa conexão por você.
Não é possível transformar um trator em uma Fórmula 1.
O que o facilitador faz é maximizar o potencial que você já possui. E há também uma questão de afinidade energética: cada pessoa emite uma vibração, e alguns clientes naturalmente se sentirão mais confortáveis com a minha do que outros. Essa afinidade tem um papel real no resultado.
Por isso a imersão exploratória existe também como um primeiro contato com a minha voz e com a forma como conduzo o processo. Antes de qualquer comprometimento maior, você já sente se há ressonância.
Não. Portanto, não posso lhe dizer quem você é, qual caminho seria o melhor para você ou quais mentores estão ao seu lado.
Um conselho: desconfie de pessoas que lhe dão essas respostas. Aqueles que realmente conseguem acessar essas informações são raros.
De qualquer forma, é sempre muito mais impactante viver uma experiência como essa por conta própria do que ouvir um médium dizer isso.
Não ofereço formação. O método QHHT é ensinado exclusivamente através do site oficial da Dolores Cannon, seja online ou presencialmente com sua filha Julia Cannon.
Atualmente, o curso está disponível apenas em inglês e espanhol. Se você tem interesse em se formar, recomendo verificar as opções de curso no site oficial.
Até onde sei, não. A Dolores faleceu em 2014, e naquela época havia poucos brasileiros participando de seus cursos presenciais nos Estados Unidos.
A grande maioria dos terapeutas brasileiros (incluindo eu) fez a formação online através do material gravado pela própria Dolores antes de seu falecimento.
